Neste blog você ira ver tudo sobre a África, suas crenças, comidas típicas, suas culturas, entre outras curiosidades sobre este continente.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Crenças & superstições africanas
1. Para preservar do mal olhado, as mães usam figas no bracinho das crianças.
2. Quando nascem dois gêmeos, o que nasce primeiro é feliz, o outro não.
3. Para curar menino gago, deve-se bater com uma colher de pau na cabeça dele, três vezes, três sextas-feiras seguidas.
4. Para espantar maus espíritos e afastar mazelas, banho de arruda macerada.
5. Pé de coelho atrás de portas e janelas para não deixar entrar má-sorte ou mal olhado.
6. Uma virgem ao apontar para o arco-íris terá sete filhos após casar-se.
7. Usar artefatos de búzios traz boa sorte e riqueza.
8. Defumações com cascas de alho e alho seco para proteção contra mazelas, mal-olhados e palavras maldizentes.
9. Pitar cachimbo à meia-noite para espantar assombrações e espíritos do mal.
10. Ir aos funerais de branco é pedir luz e paz para o espírito do que se foi.
11. Nas festas dos orixás usar sempre a cor preferida deles.
12. Matar a cobra e dar um nó é proteção contra os inimigos.
13. Todos em família devem, ao amanhecer, despertar cantando desejando o bem e a felicidade.
14. Fazer oferendas aos Deuses para realização dos desejos.
15. Dançar para os Deuses para adquirir saúde, felicidade e fartura.
16. O pai deve sempre dividir o primeiro pão com todos os presentes à mesa; isso atrai fartura.
17. Para uma colheita farta, amarra-se espigas de milho no tronco do baobá.
18. Com as cinzas de uma fogueira, cobre-se os ninhos no galinheiro para que as aves ponham ovos grandes e saudáveis.
19. Soltar sete pombas brancas durante sete domingos seguidos para trazer casamento ou boa sorte.
20. Para abençoar a nova casa, lavá-la com uma mistura de água limpa, mel, arruda e erva – da – guiné.
21. No sétimo dia após o nascimento, o bebê não pode sair de casa, para não pegar o "mal-de-sete-dias".
22. Guardar o umbigo do bebê que cai, pois, se um rato comê-lo, o bebê vira ladrão.
23. Jogar areia pra cima às seis da tarde faz a areia transformar-se em gotas de chuva para acabar com a seca.
24. Assoviar à noite é chamar a morte.
25. Quebrar uma moringa cheia é falta d’água e comida na certa.
26. Após o ritual de um casamento, os pais dos noivos espalham grãos pela casa deles para que tenham fertilidade e fartura.
27. Dar de frente com um sapo à sua porta, morrerá alguém em sua família.
28. Usar presas de animais em colares protege da morte.
29. Quando se recebe um visitante, dê-lhe de comer e beber. Os deuses se sentem agradecidos.
30. A virgem que comer o último pedaço ou bocado, nunca se casará.
31. Para tirar encosto, usar galhos de arruda nos sapatos e nos bolsos durante a lua minguante.
32. Jogar sal no fogo afasta as pessoas indesejáveis.
33. Deixar cair a colher de pau, depois de mexer o mingau, é desgraça na família.
34. Tomar banho da primeira chuva após a longa seca traz longevidade.
35. A virgem que dormir de bruços em noite de lua cheia ficará estéril.
36. Garras de caranguejo na porta de entrada afasta a inveja.
Receita africana : Dukkah
Ingredientes
- 75 g de avelãs
- 75 g de sementes de gergelim
- 2 colheres (sopa) de sementes de coentro
- 2 colheres (sopa) de sementes de cominho
- 2 colheres (sopa) de pimenta preta moída na hora
- 1 colher (chá) de sal grosso
Modo de preparo
Prep: 20 min | Cozimento: 5 min | Serve : 24
1.Preaqueça o forno em temperatura média (180 C). Coloque as avelãs
numa assadeira e leve ao forno por cerca de 5 minutos, ou até começar a
sentir o cheiro de avelã pela casa. Ainda com as avelãs quentes,
coloque-as em um pano seco. Dobre o pano sobre as avelãs e esfregue com
força para que as cascas das avelãs se soltem. Deixe esfriando.
2.Em uma frigideira sem óleo, em fogo médio, torre um pouco as sementes
de gergelim, elas ficarão com uma coloracão marrom claro. Despeje as
sementes em uma tigela média para que elas parem de torrar e reserve.
Na mesma frigideira, torre as sementes de coentro e as sementes de
cominho. Mexa a frigideira até que as sementes comecem a estourar. Passe
as sementes de coentro e cominho no processador até que estejam bem
moídas. Misture estas sementes com o gergelim torrado.
Rituais Africanos
Que na África acontece estranhos rituais, ninguém dúvida. O que talvez
você nunca viu foi os trajes bem estranhos usados em alguns deles.
Abaixo você se depara justamente com isso, alguns dos trajes usados em rituais
africanos :
domingo, 9 de setembro de 2012
Brincadeiras Africanas
Devido ao passado escravista, a diversidade cultural do Brasil está fortemente ligada à cultura africana. A influência na formação do povo brasileiro foi determinante em vários aspectos: ainda que os escravos fossem subjugados pelos brancos, a convivência entre eles era intensa e não havia como evitar a transmissão de crenças, costumes e religiões. Com as crianças, não foi diferente. Uma das funções dos filhos de escravos era acompanhar o “sinhozinho” e a “sinhazinha” na hora da diversão, o que acabou consolidando no país diversas brincadeiras de origem africana que até hoje são as preferidas de meninos e meninas.
Essas brincadeiras precisam de poucos recursos e são mais conhecidas do que se imagina. Confira algumas delas:
Escravos de Jó
É uma brincadeira de roda guiada por uma cantiga bem conhecida, cuja letra pode mudar de região para região. Para brincar, é preciso no mínimo duas pessoas. Todos têm suas pedrinhas e no começo elas são transferidas entre os participantes, seguindo a sequência da roda. Depois, quando os versos dizem “Tira, põe, deixa ficar!”, todas seguem a orientação da música. No verso “Guerreiros com guerreiros”, a transferência das pedrinhas é retomada, até chegar ao trecho “zigue, zigue, zá!”, quando os participantes movimentam as pedras que estão em mãos para um lado e para o outro, sem entregá-las a ninguém. O jogador que erra os movimentos é eliminado da brincadeira, até que surja um único vencedor.
Pular corda
Preferida das meninas, tanto na versão tradicional quando nas versões diferenciadas em que a brincadeira é guiada por alguma cantiga. Além de ser divertida para o lazer, é uma atividade excelente para exercitar o coração e a coordenação motora. Pode ser praticada tanto individualmente quanto em grupo, quando duas pessoas seguram as pontas das cordas e movimenta o instrumento para que um ou mais participantes possam pular. Quem esbarrar na corda sai da brincadeira. Ou simplesmente perde, e continua!
Pular elástico
Outra muito apreciada pelas meninas! Para brincar, basta separar pelo menos 2 metros de elástico de roupa e dar um nó. É necessário no mínimo 3 participantes: duas para segurar o elástico e outra para pular. As duas crianças que vão segurar o elástico ficam em pé, frente a frente, e colocam o elástico em volta dos tornozelos para formar um retângulo. Daí, o participante da vez faz uma sequência de saltos: pula para dentro, sobre e para fora do elástico, tentando completar a tarefa sem tropeçar. O grau de dificuldade aumenta ao longo da disputa: o elástico ainda deve subir do tornozelo para o joelho, cintura, tronco e pescoço. Dependendo da altura das crianças, o jogo vai ficando impraticável, mas é o desafio que estimula a brincadeira!.
Jongo
Dança de roda, com homens e mulheres dançando em um grande círculo girando no sentido lunar, ou seja, ao contrário dos ponteiros de um relógio.
O acompanhamento musical é feito exclusivamente por pequenos instrumentos de percursão, como os tamboretes de jongo. O cantador, que já fica no centro da roda, traz, às vezes, um chocalho nas mãos.
Também é comum o uso da puita ou angola, que consiste num pequeno cesto de vime ou taquara de caroços ou seixos, continuamente agitado, acompanhando o ritmo da dança.
Enquanto vão respondendo ao solista, às vezes dois, que está dançando no centro da roda, os dançarinos vão girando sobre si mesmos, ficando de frente para outro participante, executando uma coreografia de passos deslizantes, com movimentos alternados dos pés e, finalmente dando um pequeno pulo, reiniciando os passos deslizantes. Uma característica especial do jongo é que só é dançado à noite.
Dança de roda, com homens e mulheres dançando em um grande círculo girando no sentido lunar, ou seja, ao contrário dos ponteiros de um relógio.
Também é comum o uso da puita ou angola, que consiste num pequeno cesto de vime ou taquara de caroços ou seixos, continuamente agitado, acompanhando o ritmo da dança.
Enquanto vão respondendo ao solista, às vezes dois, que está dançando no centro da roda, os dançarinos vão girando sobre si mesmos, ficando de frente para outro participante, executando uma coreografia de passos deslizantes, com movimentos alternados dos pés e, finalmente dando um pequeno pulo, reiniciando os passos deslizantes. Uma característica especial do jongo é que só é dançado à noite.
Africanos Pigmeus
Pigmeus vivem em vários grupos étnicos em Ruanda, Uganda, na República Democrática do Congo, na República Centro-Africana, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, no Congo, Angola, Botsuana, Namíbia e na Zâmbia.
A maioria das comunidades sobrevivem como caçadores-coletores, que vivem parcialmente, mas não exclusivamente sobre os produtos silvestres do seu ambiente. Fazem comércio com os agricultores vizinhos para adquirir alimentos e outros materiais cultivados fora. Mas mesmo assim são bons caçadores, caçando só o que precisam, e comem larvas de troncos ocos. Destilam o milho e frutas disponíveis; extram dali o álcool. As casas são feitas de varas, troncos e folhas e mantêm sempre uma fogueira acesa durante a noite pois esfria muito.
Enquanto para o negro em geral a selva é uma madrasta perigosa, para os Pigmeu é uma mãe amorosa que os acolhe, nutre e protege. Dela eles recebem o material para construir suas cabanas, a madeira para seus arcos e flechas e o alimento cotidiano.
A cabana, semi-esférica e totalmente coberta de folhas, tem de 2 a 3 metros de diâmetro e uma altura que raramente supera os 150 centímetros. Antigamente, sua construção era tarefa exclusiva das mulheres.
Os instrumentos de trabalho dos Pigmeu são poucos e feitos com madeira, ossos, chifres, fibras naturais e vegetais, dentes e sementes duras. Além de suas casas, são hábeis na construção de pontes de cipó sobre os rios.
Em todos os grupos pigmeus, a unidade sócio-econômica é a aldeia, formada por uma dezena de cabanas e habitada por grupos de trinta a setenta pessoas. O mais velho, ou o caçador mais hábil, preside cada unidade.
A estrutura social dos Pigmeu é muito precisa, e há uma nítida divisão sexual do trabalho. As mulheres recolhem na selva tubérculos, fungos, larvas e cogumelos. A pesca, que só acontece na estação seca, é reservada, em alguns grupos, às mulheres e crianças.
Já a caça é atividade exclusivamente masculina e se constitui num momento mágico na vida da comunidade pigméia. Os homens se preparam para sair à caça se abstendo das relações sexuais e evitando toda "ofensa" à comunidade. Antes de partirem, há cerimônias de purificação e propiciação.
Hoje, como no passado, a sorte dos Pigmeu está ligada à selva. Fora dela, sua cultura e sua vida se perdem. Mas ultimamente o seu meio ambiente está sendo cada vez modificado e destruído pela extração de madeira, extensas plantações de café, minas de ouro e diamantes e implantações industriais.
Além disso, o uso de armas de fogo por parte de negros e brancos afasta sempre mais os animais selvagens, dificultando a caça, atividade essencial para a subsistência dos Pigmeus.
Estima-se que há entre 250.000 e 600.000 pigmeus que vivem na floresta tropical do Congo.
Pigmeus vivem em vários grupos étnicos em Ruanda, Uganda, na República Democrática do Congo, na República Centro-Africana, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, no Congo, Angola, Botsuana, Namíbia e na Zâmbia.
A maioria das comunidades sobrevivem como caçadores-coletores, que vivem parcialmente, mas não exclusivamente sobre os produtos silvestres do seu ambiente. Fazem comércio com os agricultores vizinhos para adquirir alimentos e outros materiais cultivados fora. Mas mesmo assim são bons caçadores, caçando só o que precisam, e comem larvas de troncos ocos. Destilam o milho e frutas disponíveis; extram dali o álcool. As casas são feitas de varas, troncos e folhas e mantêm sempre uma fogueira acesa durante a noite pois esfria muito.
Enquanto para o negro em geral a selva é uma madrasta perigosa, para os Pigmeu é uma mãe amorosa que os acolhe, nutre e protege. Dela eles recebem o material para construir suas cabanas, a madeira para seus arcos e flechas e o alimento cotidiano.
A cabana, semi-esférica e totalmente coberta de folhas, tem de 2 a 3 metros de diâmetro e uma altura que raramente supera os 150 centímetros. Antigamente, sua construção era tarefa exclusiva das mulheres.
Os instrumentos de trabalho dos Pigmeu são poucos e feitos com madeira, ossos, chifres, fibras naturais e vegetais, dentes e sementes duras. Além de suas casas, são hábeis na construção de pontes de cipó sobre os rios.
Em todos os grupos pigmeus, a unidade sócio-econômica é a aldeia, formada por uma dezena de cabanas e habitada por grupos de trinta a setenta pessoas. O mais velho, ou o caçador mais hábil, preside cada unidade.
A estrutura social dos Pigmeu é muito precisa, e há uma nítida divisão sexual do trabalho. As mulheres recolhem na selva tubérculos, fungos, larvas e cogumelos. A pesca, que só acontece na estação seca, é reservada, em alguns grupos, às mulheres e crianças.
Já a caça é atividade exclusivamente masculina e se constitui num momento mágico na vida da comunidade pigméia. Os homens se preparam para sair à caça se abstendo das relações sexuais e evitando toda "ofensa" à comunidade. Antes de partirem, há cerimônias de purificação e propiciação.
Hoje, como no passado, a sorte dos Pigmeu está ligada à selva. Fora dela, sua cultura e sua vida se perdem. Mas ultimamente o seu meio ambiente está sendo cada vez modificado e destruído pela extração de madeira, extensas plantações de café, minas de ouro e diamantes e implantações industriais.
Além disso, o uso de armas de fogo por parte de negros e brancos afasta sempre mais os animais selvagens, dificultando a caça, atividade essencial para a subsistência dos Pigmeus.
Estima-se que há entre 250.000 e 600.000 pigmeus que vivem na floresta tropical do Congo.
MITOS DOS AFRICANOS
O BERÇO DO "AUSTRALOPITHECUS"
CIDADES DEBAIXO DE ÁGUA
daquelas águas encantadas e profundas; a jovem levava o escolhido no seu coração através de maravilhosos caminhos que conduziam a faustosas e desconhecidas cidades. Nos seus esplêndidos recintos, e entre o som do tam-tam e dos tambores, teria lugar a ostentosa cerimônia que uniria o feliz casal para toda a vida.
Todas as narrações da fábula exposta sublinham que foi Haraké quem conduziu o seu amante, e não vice-versa. Com isso se quer dar a entender que a mulher era muito respeitada entre certas tribos da África negra. Os seus privilégios provinham da sua consideração como mãe e esposa.
Embora, ao mesmo tempo, apareçam representações femininas em atitude submissa mas, se se reparar no seu rosto, observar-se-á certa classe de serenidade que, no dizer de investigadores e antropólogos, indicava a importância concedida a essa espécie de mundo anímico, ou vida interior, com que devia vestir-se a mulher negra, sob pena de pôr em questão a sua condição feminina.
MITO DAS DUAS LUMINÁRIAS
As suas fábulas mostram que as duas luminárias, isto é, tanto o Sol como a Lua, estavam já consideradas como superiores aos outros astros. O mito cosmogônico pretende estabelecer as diferenças de ambos os corpos astrais e se propõe explicar -de uma maneira muito simples, embora carregada de conotações míticas e emblemáticas- as grandes diferenças entre a Lua e o Sol. O brilho, o calor e a luz que se desprendem do astro-rei impedem que sejamos capazes do olhar fixamente. Em compensação, podemos contemplar a Lua com insistência sem que os nossos olhos sofram mal algum. Isso é assim porque, em certa ocasião, estavam banhando-se nuas as mães de ambas as luminárias. Enquanto o Sol manteve uma atitude carregada de pudor, e não dirigiu o seu olhar nem um instante para a nudez da sua progenitora, a Lua, em compensação, não teve reparos em observar a nudez da sua antecessora. Depois de sair do banho, foi dito ao Sol: "Meu filho, sempre me respeitaste e desejo que a única, e poderosa deidade, te bendiga por isso. Os teus olhos se afastaram de mim enquanto me banhava nua e, por isso, quero que, desde agora, nenhum ser vivo possa olhar para ti sem que a sua vista fique danificada".
E à Lua foi dito: "Minha filha, tu não me respeitaste enquanto me banhava. Olhaste para mim fixamente, como se fosse um objeto brilhante e, por isso, eu quero que, a partir de agora, todos os seres vivos possam olhar para ti sem que a sua vista fique danificada nem se cansem os seus olhos".
Cultura Africana
A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas.
Seus ritos são realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte.
Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses transmitiram vários costumes como:
- A capoeira, que foi criada logo após a chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
- O candomblé, que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
- A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.
sábado, 8 de setembro de 2012
Batuque Amazônico
Trajes Africanos
Os povos do continente africano costumam usar trajes, pinturas corporais, tecidos e adornos, conforme as identidades de seus devidos grupos. Geralmente as pinturas são usadas em cerimônias para enfeitar o corpo ou para exibir o estilo de sua tribo, todas as pinturas tem um significado diferente.
O Candomblé
Os deuses do Candomblé têm origem nos ancestrais africanos divinizados há mais de cinco mil anos, com isto muitos acreditam que esses deuses eram capazes de manipular as forças naturais, por isso, cada orixá tem sua personalidade relacionada a um elemento da natureza. O candomblé é conhecido e praticado, não só no Brasil, como também em outras partes da América Latina onde ocorreu a escravidão negra, em seu culto, para cada Orixá há um toque, um tipo de canto, um ritmo, uma dança, um modo de oferenda, uma forma de incorporação, um local próprio que em seu redor são construídas casinholas para assentos dos santos, e uma saudação diferente e as suas reuniões são realizadas de acordo com certos preceitos. As cerimônias são realizadas com cânticos, em geral, em língua nagô ou yorubá. Os cânticos em português são em menor número e refletem o linguajar do povo. Há sacrifícios de animais ao som de cânticos e danças, e a percussão dos atabaques constitui a base da música, e no Brasil existem diferentes tipos de Candomblé que se diferenciam pela maneira de tocar os atabaques, pela língua do culto, e pelo nome dos orixás, o Queto, na Bahia, o Xangô, em Pernambuco, o Batuque, no Rio Grande do Sul e o Angola, em São Paulo e Rio de Janeiro.
Africanos que foram escravizados
No início do século XV, período da colonização brasileira foi palco de um cenário muito triste, quando mais de quatro milhões de homens e mulheres africanos escravizados oriundos de diferentes regiões da África, cruzaram o oceano Atlântico nos porões de diversos navios negreiros.
Aonde eram tratados como animais desprezíveis e mercadorias muito valiosas, que ao entraram no país principalmente pelos portos do Rio de Janeiro, de Salvador, do Recife e de São Luís do Maranhão para se tornarem escravos na colônia portuguesa.
Apas Recheadas
INGREDIENTES
* 1 ovo
* 200 ml de água
* 100 g de sêmolas de arroz
* 100 g de açúcar
RECHEIO
* 2 gemas de ovo
* 125 g de açúcar
* 100 g de coco ralado
MODO DE PREPARO
MASSA
* Bata muito bem o açúcar com o ovo
* Adicione a água e a farinha, batendo até estar uma calda fina
* Passe um pouco de óleo em uma frigideira antiaderente e leve ao fogo a aquecer
* Ponha uma concha e deixe cozinhar de um lado e do outro
RECHEIO
* Leve uma panela ao fogo com um pouco de água, o açúcar e o coco ralado
* Deixe ferver cerca de 2 minutos
* Retire do fogo e deixe esfriar um pouco
* Adicione as gemas batidas á calda e leve novamente ao fogo para engrossar, mexendo sempre
*Depois do doce pronto, deixe esfriar um pouco
*Recheie as apas e dobre como um envelope
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